terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

E este dia que eu vivo eu sei que nunca mais eu vou viver...

Um pouco ausente do Blog nesse feriadão pois como dito no primeiro post aqui, eu sai pra aproveitar a vida =D (Por sinal foi bem bacana)
Aproveitamos muito bem cada momento pois ele é único. Vou deixar uma música por aqui que fala muito bem sobre isso:


O Segundo Passo - Terminal Guadalupe

Não vai voltar, eu sei
Este chão não vai voltar
E este dia que eu vivo, eu sei
Nunca mais eu vou viver
Não vai haver, eu sei
Um segundo céu assim
E quando menos esperar, eu sei
O que eu olhar já vai ser outro...

Não haverá segundo passo
Nesta mesma estrada, neste mesmo dia
Nem sob este ar
Não haverá segundo passo
Nesta mesma estrada, neste mesmo dia
Nem sob este ar...

Então eu sei que o que eu fizer agora
Vai ser minha despedida
De cada segundo que não volta
Indo embora pela vida
Vai ser assim, vai ser assim
O que tiver de ser, vai ser
E muito pouco eu posso te dizer
Que quase nada eu vou fazer...

Que vá mudar o que está decidido
Desde muito antes que eu possa vir a imaginar
Que vá mudar o que está decidido
Desde muito antes que eu possa vir a imaginar

Vai ter de ser assim
Quando menos esperar, eu sei
Vai ter de ser assim
O que tiver de ser, vai ser
O que eu fizer, se for agora
Vai ser a minha despedida
Cada segundo nunca mais volta
E vai embora pela vida

Não haverá segundo passo
Nesta mesma estrada, neste mesmo dia
Nem sob este ar
Não haverá segundo passo
Nesta mesma estrada, neste mesmo dia
Nem sob este ar...
Não vai voltar, eu sei
Este chão não vai voltar
E este dia que eu vivo, eu sei
Nunca mais eu vou viver.


É, essa música fala exatamente de cada momento único que você pode ter... Pra quem quiser ouvi-la vou deixá-la aqui:



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Pokémon (desenho)


Eram meados do ano de 1999 e eu tava na 4ª série, estudando a tarde. Ouvi uns amigos meus conversando sobre uns nomes estranhos que eles viam numa lista que tinham feito. Curioso parei o que estava fazendo e fui ver sobre o que eles falavam.

- Que são esses nomes aí na lista?
- São Pokémons!

Com muito amor, carinho e dedicação, eles me explicaram o que eram os Pokémons. Eles assistiam na Record quando faltavam aula. Eu nunca assistia a Record. Quando faltava aula eu assistia a Sessão da Tarde na Globo. Mas eu fiquei curioso, pois eles pareciam tão empolgados com aquilo, que tive que inventar uma desculpa pra minha mãe e faltar no dia seguinte.

Ok, o horário que eles falaram estava se aproximando (faltavam umas duas horas) e eu já tava assistindo o programa da Eliana, que era onde passava o desenho. Estava ancioso e parecia que nunca ia começar, mas começou, e com uma musiquinha bacana: "Esse meu jeito de viver...". Quem quiser relembrar disso, dê uma olhada no vídeo. Vale a pena!



Depois dessa maravilhosa abertura que eu não entendi nada, o desenho começou. Um babaca com boné andava com um bicho amarelo no ombro e era seguido por dois outros babacas. Eles encontram uma clareira na floresta onde viviam milhares daqueles bichos amarelos, que eu já sabia que se chamavam Pikachu, e ficaram lá vendo os Pikachus se divertirem, inclusive o que ficava no ombro do babaca que andava na frente.
O episódio foi passando, e o Pikachu do babaca estava se divertindo demais com sua nova família de Pikachus. O babaca, que era chamado de Ash, ficou meio triste e pensou em deixar o Pikachu com os outros Pikachus, pois parecia que ele se divertia mais com eles. No final do episódio, Ash (babaca como sempre) estava indo embora sem seu Pikachu. Pikachu pensou um pouco e não deixou Ash ir, dando-lhe um abraço apertado, um abraço de urso, ou rato elétrico. Eles choraram e eu também, uma das únicas vezes que chorei assistindo a algo. O episódio acabou e eu adorei. Comecei a gravar todos os dias , até que o programa da Eliana deu uma migrada pra manhã e depois voltou pra tarde, não sei porque, mas eu assistia todos os dias. Cada dia aparecia um monstrinho diferente e as lutas eram emocionantes.

Pokémon virou febre! Começaram a passar os episódios em ordem (pois antes era tudo pulado) e a criançada ia ao delírio. Quando anunciaram "Pokémon - O Filme" o mundo quase explodiu em gritos. Eu queria assistir porque queria. Infelizmente não fui na estréia, porque era muito pequeno e tinha que ir com um adulto que pudesse me levar. Assisti o filme e achei mais massa ainda! Poderia ver mais milhares de vezes o Mew lutando contra o Mewtwo.

Comprava as revistas Pokémon Club e Pokémon Quadrinhos e não perdia nada sobre Pokémon. Queria saber tudo! Comprei card games (explico melhor em outro post) e jogos (idem ao parênteses anterior), mas não deixava de assistir.

Eles começaram a inventra personagens novos e Pokémons novos também. Tá, não tinha ficado tããão ruim, apesar de as batalhas já não terem a mesma graça e os episóddios serem muito babacas e infantis. Mas daí eles começaram a criar mais e mais Pokémons, tantos que não cabem no mundo. O desenho ficou estúpido e tive que me contentar com outras coisas a não ser o desenho.

Mas lembro que tiveram até cartões telefônicos do Pokémon na época da febre, e claro, as imitações, como Digimon, Monster Rancher e etc...



Vi um quadrinho, parecido com esse de cima, a algum tempo atrás e não consegui achá-lo de novo. Tive que fazê-lo no paint mesmo, só pra relembrarmos dos intervalos dos episódios. (Ainda não peguei as manhas do blog, mas acho que se clicar na foto ela aumenta ou sei lá...)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Ontem, durante a manhã, eu pensei em criar esse blog para relembrar de alguns momentos nostálgicos da minha vida, mas acabei deixando a idéia de lado, pois estava meio ocupado.

A noite chegou e eu não estava passando muito bem. Acho que comi alguma coisa que me fez mal na noite anterior (coxinha do mal com cheddar). Na verdade eu nunca fico ruim do estômago e não sei o que me aconteceu na noite de ontem, mas isso me impediu de sair de casa.

Ficar em casa mongueando. Não queria usar o pc e nem jogar videogame. Depois de algum tempo lembrei que tenho vários filmes que nunca assisti, numa caixa de sapatos embaixo da minha cama e decidi ver algum deles.
"Monty Phyton - O Sentido da Vida", "Premonição 3", "Brancaleone nas Cruzadas"... Esses, e mais algumas dezenas, eu já havia assistido trechos, e sabia do que se tratava. Mas um deles me chamou atenção. Por mais que eu tivesse assistido o final, o começo e outras cenas intermediárias do filme, eu não sabia do que se tratava, e não conseguia imaginar o porque do nome "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças". Finalmente decidi assisti-lo.

O prólogo do filme me foi familiar. Parecia uma réplica de um relacionamento meu recente (risos). A maioria das lembranças desse relacionamento são negativas (o que é raro pra mim) e já estava querendo parar de assitir por ali. Mas o filme foi mudando, começou a me deixar confuso e comecei a me interessar por ele, até que o achei demais.

Pra quem nunca assistiu, é a história de um casal que faz uma espécie de tratamento pra esquecerem do seu parceiro, apagando todas as memórias que tinham com o outro, deixando assim a outra pessoa desconhecida, como se nunca eles tivessem se visto antes. O mais bacana do filme é quando vemos as lembranças sendo apagadas e o drama que é quando está se arrependendo disso. Até porque, eu acho que sendo boas ou ruins, as lembranças devem ficar ali pra sempre pra uma consulta posterior, para que você não repita um erro ou pra que você apenas sinta nostalgia.

Nostalgia, o que me inspirou a criar esse blog. Depois de assistir ao filme eu tive que criá-lo, pois durante o filme eu tive momentos nostálgicos com várias coisas. Algumas dessas pareciam até ter feito parte da minha vida, acho que por isso me identifiquei bastante com o filme. Mas o que mais nostálgico apareceu, foram os momentos em que eu estava com alguém que eu gostava e me relacionava bem. Namoradas, algumas ficantes e tudo isso. Não foram saudades das pessoas (apesar de que tem algumas que não vejo faz tempo e isso me deixa com saudades), mas saudades daqueles momentos, os momentos que foram e não voltam mais, os momentos únicos na sua vida. Aquela coisa que você pagaria tudo pra voltar e poder viver mais uma vez. É estranho e isso é a nostalgia. Como vi numa comunidade hoje: "Não era melhor, mas sinto saudades".

É isso que me faz aproveitar o máximo que posso a vida. Ela vai te dando as oportunidades e você pode aproveitar, se quiser. Mas algumas oportunidades não terão replay (o que é basicamente tudo, pois já falamos que cada momento é único) e por isso elas tem que ser muito bem aproveitadas. Ontem mesmo recebi um e-mail que dizia algo parecido, como dizer pra pessoa que você gosta o que você sente por ela, antes que seja tarde demais. Bom, não consigo enganar ninguém dizendo que não estou gostando de alguma pessoa (olha minha cara de apaixonado), mas ainda não consegui dizer a ela o que sinto por ela. Principalmente porque o contato com ela tá difícil, a única alternativa que me resta é o telefone (ah, o maldito telefone) e eu odeio falar no telefone, principalmente com quem eu gosto.

Bom, depois de me expor publicamente e abertamente aqui, vou terminar de trabalhar e partir por aí, em busca dos meus futuros momentos nostálgicos. Boa tarde a todos e se quiserem curtir um trecho do filme que citei, vai estar aqui em baixo: